
O Pinella Café Bistrô, na 408N, em Brasília, foi inaugurado em 08 de dezembro de
2011 e é idealização das empresárias Flávia Attuch e Marta Liuzzi que oferecem
um ambiente simples, aconchegante e atrativo com gastronomia criativa e
saborosa.
O nome do lugar foi inspirado num sobrenome da família da primeira sócia, e ganhou sentido próprio. Em algum lugar ali se lê: "Algumas mulheres são loucas, outras são Pinella".
No cardápio, pratos, com nomes de mulheres, sendo algumas as próprias criadoras das receitas, além de cafés, drinks,
vinhos e cervejas especiais.
Semanalmente o lugar oferece uma variedade musical de muito
bom gosto agraciando os ouvidos de seus clientes com Jazz, Música Brasileira,
Discotecagem, Samba e Black Music e ainda mais. É fácil virar client habitué por ali.

Na fachada, madeira aquece ao primeiro olhar, com as letras
fluidas do nome do lugar criando uma estética bastante agradável aos olhos. Naquelas paredes, às proximidades das duas portas de acesso à área interna, vemos
luminárias retrô com luz amarela e uma ou duas plantas, uma Espada de São Jorge
para proteger contra maus fluidos, e luz vermelha no interior criando uma
atmosfera convidativa ao ambiente.

O pequeno interior do lugar não permite que o cliente usufrua do espaço, mas a travessia para acesso aos banheiros é uma aventura entre texturas, máscaras, bibelôs e frases marcantes. Peças de chá do conto de fadas, isopor de cerveja com retrato desenhado de moça, um quadro de giz com uma mensagem nova todo dia, os chapéus dos garçons ficam numa parede até serem usados (são já uma marca registrada), as taças sobre o caixa se misturam às garrafas em outro nível, na parede que limita o espaço da cozinha (logo atrás do caixa), e num mosaico se lê em inglês “Nós dançamos nesta cozinha”. E dançam! O pessoal é simpático de uma forma geral, o que aumenta o bem estar de quem resolve curtir o ambiente.
Do lado de fora, caminhando entre as mesas o transeunte se
depara, no centro do pátio, com um jasmineiro que se torna quase um personagem
deste cenário. Há ainda, um poste suspendendo uma planta “espalhafatosa”, quase
uma mulher esguia de cabelos arrepiados, marcando o limite do espaço externo do
lugar.
E ali pertinho, onde se separa o que é calçada do que é chão
revestido, liso, bom de dançar, se monta a mesa de som ou se sentam os músicos,
fazendo o ambiente intimista e convidativo pra quem se anima um pouquinho mais
e resolve se remexer.
O lugar é prova viva de que design não se faz
exclusivamente com luxo. Conforto está, às vezes, justamente nas sensações provocadas
por elementos simples, alguns reutilizados em novas funções. O lugar é no
mínimo charmoso e intimista com um toque de natureza e de feminilidade.
É Natureza Feminina em diversas nuances!
É Natureza Feminina em diversas nuances!












